Confira 10 histórias bíblicas com evidências aceitas pela ciência moderna

Confira 10 histórias bíblicas com evidências aceitas pela ciência moderna Os relatos bíblicos, constantemente, são apontados como folclóricos e/ou fantasiosos por céticos e cientistas, mas diferentes experimentos apontam que diversas narrativas bíblicas encontram apoio no que se conhece sobre física e arqueologia. O site Hypescience listou uma série de casos em que as histórias bíblicas são corroboradas por paradigmas da ciência moderna. Confira:

Arca de Noé

A física da arca construída por Noé a partir de uma ordem divina não é incompatível com o que se conhece dos princípios necessários para uma embarcação. Em 2014, estudantes de física da Universidade de Leicester, no Reino Unido, testaram as medidas da arca relatadas no livro de Gênesis fariam a embarcação flutuar. A ideia era comprovar se a arca, de 300 cúbitos de comprimento, 50 de largura e 30 de altura, realmente flutuaria. Um cúbito é o comprimento da ponta do dedo médio de uma pessoa ao seu cotovelo. Então, os alunos padronizaram a medida como cerca de 48 centímetros, o que daria 145 metros de comprimento, 24 metros de largura e 14 metros de altura. Segundo a Bíblia, a madeira usada na arca foi Gofer, mas hoje ninguém conhece essa árvore. Portanto, os estudantes julgaram que essa madeira era algum tipo de cipreste. Com esse material, vazia, a arca pesaria aproximadamente 1,2 milhões de quilos. Nesse ponto, calcularam quanto peso a arca poderia aguentar sem afundar, e chegaram à conclusão de que poderia abrigar quase 51 milhões de quilos, o equivalente a 2,1 milhões de ovinos. A pergunta seguinte foi sobre as duplas de animais transportadas pela arca. “Existem até oito milhões de espécies distintas hoje, mas a maioria poderia sobreviver a uma inundação sem precisar da arca. Além disso, os estudiosos bíblicos notam que o Gênesis refere-se a dois de cada ‘tipo criado’, o que provavelmente se refere a um número menor de animais do que cada espécie distinta. Assumindo que toda a vida aquática ficou no mar, os estudantes estimam que somente 35 mil pares de animais tiveram que ser colocados a bordo da arca, o que ela facilmente era capaz de aguentar. Para reduzir o espaço necessário dentro da arca, filhotes ou espécimes jovens de grandes animais como elefantes poderiam ter sido usados”, ponderou a jornalista Natasha Romanzoti, comentando as conclusões dos estudantes, que comprovaram que a Arca de Noé era viável.

Jezabel

Tida como a mulher mais perversa da Bíblia, ela é mencionada em várias passagens. Mesmo sendo fenícia, casou-se com o rei Acabe de Israel. Adoradora de Baal, ela forjou o selo do rei em documentos para convencer os hebreus a adorarem seu deus, e terminou jogada de uma torre para ser devorada por cães. Entre historiadores, muito se questiona sobre a influência política de Jezabel, que poderia ser mais forte que a do próprio rei, e se ela era realmente tão maldosa quanto descrito na Bíblia. Um selo de pedra descoberto em Israel em 1964 é visto, hoje, como a melhor pista para responder às dúvidas de quem pensa sobre o assunto. O ícone do selo é formado por duas cobras, um falcão Hórus e um disco solar alado. Essas figuras foram interpretadas pela estudiosa Marjo Korpel, especialista em Antigo Testamento, como uma representação da realeza, e a presença da flor de lótus e uma esfinge com uma cabeça de mulher e uma coroa sugere que o selo pertenceu a uma rainha. “Se o selo pertenceu a Jezabel, isso significa que ela tinha seu próprio poder político considerável”, considerou Natasha. No princípio da pesquisa, os arqueólogos tiveram problemas em encontrar ligações entre o selo e a rainha Jezabel, pois as letras gravadas na pedra eram confusas, e a grafia de seu nome parecia errada. Porém, quando o selo foi comparado a outros de seu tempo, verificou-se que a borda superior do selo estava faltando, e essa parte provavelmente continha as duas letras que faltavam para completar nome de Jezabel corretamente no idioma hebraico antigo. Apesar de não se poder afirmar com certeza que o selo era de Jezabel, as pesquisas deram uma mostra de que realmente existiam mulheres poderosas no século IX A. C., e que Jezabel, rainha, muito provavelmente era uma, da mesma forma que a Bíblia a descreve.

Caifás

O sumo sacerdote que presidiu o julgamento de Jesus antes de entregá-lo para o governador romano Pôncio Pilatos teve sua existência questionada. Mas, em 1990, operários que construíam uma rodovia em Jerusalém encontraram 12 ossuários feitos de calcário, e um deles, mais detalhado, continha a inscrição “Joseph, filho de Caifás”. Esse nome é próximo do historiador judeu do primeiro século Flavius Josephus, que se referiu a Caifás como “Joseph, que se chamava Caifás do sumo sacerdócio”. De acordo com estudos, o ossuário guardava os restos mortais de um homem de 60 anos de idade, idade aproximada de Caifás quando morreu. “Os arqueólogos também observaram que a escrita nas caixas e na parede da caverna era uma linguagem usada pelos trabalhadores de cemitérios no primeiro século. Um dos ossuários continha uma moeda de bronze de 43 d. C., mais uma prova de que os ossuários foram colocados na caverna durante o primeiro século depois de Cristo”, informou Natasha.

Piscina de Siloé

No Evangelho de João há o relato da cura de um cego operada por Jesus, que na ocasião, usou argila nos olhos do homem e depois lavou-os com água da Piscina de Siloé. “A piscina foi um grande reservatório em Jerusalém durante o Antigo Testamento, mas foi destruída por invasores vários séculos antes de Jesus nascer. Mais tarde, foi reconstruída em várias ocasiões, mas não havia nenhuma menção de uma versão da piscina no primeiro século”, observa a jornalista. No entanto, milênios depois, operários que consertavam uma tubulação de esgoto danificada descobriram dois degraus que levavam até uma piscina. A descoberta, em 2004, fez com que arqueólogos fizessem escavações e descobrissem uma piscina em formato de trapézio de cerca de 69 metros de comprimento, além de moedas e cerâmica que remetiam à época de Jesus.

Casa de Jesus

Pesquisadores acreditam que Jesus nasceu por volta de 4 A. C., e teria sido educado na cultura e fé judaica, na cidade de Nazaré. O arqueólogo Ken Dark encontrou uma casa nazarena que ele acredita que tenha sido construída no primeiro século, e supõe que Jesus pode ter morado lá durante sua infância. Durante a década de 1880, freiras descobriram pela primeira vez esta estrutura feita de pedra e argamassa, erguida junto a uma encosta. Dark usa um texto escocês do século VI que descreve uma peregrinação à Terra Santa e inclui uma parada em uma igreja em Nazaré “onde antes havia a casa em que o Senhor passou sua infância”, como mais um argumento para sugerir que o local foi da família de Jesus. O arqueólogo frisa que, embora não se tenha certeza de que a casa tenha sido de Jesus, os cristãos do período bizantino acreditavam que sim, e até construíram um templo em volta para protegê-la, o que não evitou um incêndio no século XIII, que a destruiu parcialmente e a deixou esquecida ao longo de muitos séculos.

Muro de Salomão

Salomão construiu um muro para proteger Jerusalém, segundo relato do primeiro livro dos Reis. Em 2010, a arqueóloga Eilat Mazar descobriu as bases de um muro e outras estruturas de defesa que podem ter sido construídas nos tempos de Salomão, no século 10 A. C. A parede com 70 metros de comprimento e 6 de altura está em uma área de Jerusalém que é apontada como a antiga Cidade de David, que atualmente abriga o bairro árabe de Silwan e o Monte do Templo (que judeus buscam retomar para reconstruir o Templo de Salomão). A equipe da arqueóloga encontrou partes de uma torre de guarda e uma portaria que dava acesso a uma área nobre da cidade. Mazar diz ter convicção de que apenas Davi ou Salomão poderiam ter erguido uma estrutura como aquela no período.

Davi e os edomitas

A luta entre o rei Davi e os edomitas é vista por muitos estudiosos como superdimensionada na Bíblia, porque supõe-se que a tribo de Judá e Edom não estariam em condições de montar grandes exércitos no período relatado. No entanto, em 1997, arqueólogos que pesquisavam áreas que pertenceriam a Edom (atualmente o sul da Jordânia), encontraram evidências de uma sociedade que se beneficiou da exploração dos minérios de cobre e desenvolveu forte poderio militar. Com atenção na Khirbat en-Nahas (que significa “ruínas de cobre”, em árabe), os arqueólogos concluíram que os moradores daquela região na época não eram apenas pastores, e que os pesquisadores poderiam ter descoberto essa informação muito antes se tivessem expandido seus estudos para as chamadas “terras baixas” de Edom. Os materiais encontrados no local foram datados como contemporâneos a Davi e Salomão, o que permitiria a uma sociedade organizada montar um exército. A produção de cobre na área poderia ter encontrado seu ápice no século XII A. C., o que corrobora os relatos de Gênesis 36:31, que se refere a reis em Edom antes de existirem reis em Israel. “A Bíblia também diz que o rei Salomão foi escolhido por Deus para construir o primeiro templo em Jerusalém usando centenas de toneladas de cobre. Entre as minas de Edom e outros locais de cobre datando do século 10 A. C., é possível que Salomão tivesse acesso a produção suficiente para construir um templo. A Bíblia também fala sobre um rei egípcio chamado Sisaque, que invadiu a área cinco anos após a morte de Salomão. Recentemente, um amuleto egípcio inscrito com o nome do faraó Shesonq I (também conhecido como ‘Sisaque’) foi encontrado em uma mina de cobre chamada Khirbat Hamra Ifdan. Os arqueólogos acreditam que esta pode ser uma evidência das façanhas militares de Sheshonq I interrompendo a produção de cobre edomita no século 10 A. C.”, destacou Natasha Romanzoti.

Cidadela do rei Davi

Uma escavação feita ao longo de 20 anos na área chamada de Cidade de Davi levou arqueólogos a anunciarem em 2014 que haviam descoberta a “Cidadela da Primavera”, ou Cidadela do rei Davi, uma fortaleza imponente do século 18 A. C. que protegia a Fonte de Giom dos invasores. As paredes possuíam 7 metros de espessura, o que restringia o acesso à fonte de dentro da cidade. “A fim de proteger a fonte de água, eles construíram não só a torre, mas também uma passagem fortificada”, afirmou um dos arqueólogos que conduziram os trabalhos. “Esta estrutura muito impressionante foi operante até o final da Idade do Ferro, e foi só quando o Primeiro Templo foi destruído que a fortaleza caiu em ruínas e deixou de ser utilizada”. Para os estudiosos, a cidadela é a fortaleza conquistada por David conforme 2 Samuel 5: 6-7 relata, e serviu para proteger a Fonte de Giom, onde Salomão foi ungido rei de Israel, conforme 1 Reis 1: 32-34.

Golias

A cidade descrita como natal de Golias, Gath, pode ter sido encontrada por arqueólogos. Na Bíblia, em 1 Samuel 6:17, ela é descrita como uma cidade filisteia localizada entre Ashkelon e Jerusalém. Uma escavação possibilitou a descoberta de um altar de pedra de três mil anos, com chifres em ótimo estado de conservação. Os materiais eram idênticos aos descritos em Reis e Êxodo, com o detalhe de que o altar filisteu possuía apenas dois chifres, enquanto os altares bíblicos quatro. “Os filisteus são vilões bíblicos que viviam em torno de Gath durante os séculos 10 e 9 A. C., a era de Davi e Salomão. Aspectos da cultura filisteia parecem ter sido descritos com precisão na Bíblia. Por exemplo, os arqueólogos encontraram uma estrutura maciça com dois pilares semelhante ao templo filisteu da história de Sansão. Eles também descobriram fragmentos de cerâmica com nomes inscritos que são semelhantes ao nome Golias, de origem indo-europeia. Os israelitas e cananeus locais não teriam usado esse nome, mas, obviamente, os filisteus sim”, informou a jornalista do Hypescience. Outros detalhes descobertos dão indícios de que os filisteus comiam cães e porcos, animais impuros na cultura judaica, e que continuaram a adorar seus próprios deuses. A pesquisa encontrou indícios de destruição de Gath por um exército invasor no século IX A. C., o que corrobora a narrativa do livro dos Reis sobre a conquista da cidade pelo rei Hazael.

Muro de Neemias

A Bíblia conta que no século VI A. C, os babilônios conquistaram reino de Judá e exilou os judeus. O período de cativeiro se manteve até que a Pérsia derrotasse a Babilônia e permitisse que os judeus voltassem a Jerusalém. Nesse retorno, Neemias mobilizou o povo para reconstruir os muros e as portas de Jerusalém em apenas 52 dias. A arqueóloga Eilat Mazar revelou, em 2007, que sua equipe tinha descoberto um muro de 5 metros de largura que podia ser o de Neemias. Enquanto escavavam, descobriram cerâmica, selos e outros artefatos que datam dos séculos V ou VI A. C. Como não haviam materiais do século VII A. C., concluíram que a estrutura foi erguida na mesma época em que a Bíblia diz que Neemias reconstruiu o muro de Jerusalém. Para todos os que estão em Cristo Jesus. Por: Notícias Gospel

Grandes Cientistas e a Fé

James Clerk Maxwell (1831-1879), um físico que teve sua biografia publicada pela prestigiosa editora John Wiley com o título O homem que mudou tudo, escreveu [23]“Penso que os cientistas assim como outras pessoas, precisam aprender de Cristo, e acho que os cristãos cujas mentes dedicam-se à ciência são chamados a estudá-la para que sua visão da glória de Deus possa ser tão extensa quanto possível.”Muitos cientistas viveram vidas e carreiras compatíveis com esse pensamento de Maxwell. Como exemplo, cito oito cientistas homenageados pelo SI (o Sistema Internacional de Unidades), conhecidos também por sua profissão da fé cristã. Leia mais…
Muitos cientistas que professa(ra)m a fé cristã falaram ou escreveram sobre sua fé. Vários cientistas não cristãos também se manifestaram sobre fé e / ou sobre religião. A seguir são reproduzidas (apenas) algumas das citações de cientistas bastante conhecidos. Ao final da página encontram-se informações sobre as referências de onde as citações foram obtidas.

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Isaac Newton (1643-1727), matemático e físico
“Devemos crer em um Deus e não ter outros deuses além dele. Ele é eterno, onipresente, onisciente, onipotente, criador de todas as coisas, sábio, justo, bom e santo. Devemos amá-lo, temê-lo, honrá-lo e confiar nele, orar a ele, dar-lhe graças, louvá-lo e santificar seu nome, cumprir seus mandamentos e dispor de tempo para honrá-lo em culto.” [1]

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Gottfried Wilhelm Leibniz (1646-1716), matemático, engenheiro, filósofo e diplomata
“A verdadeira felicidade consiste no amor a Deus, porém num amor sem preconceitos, cujo fogo arde na luz do conhecimento. Este tipo de amor gera a alegria com boas ações, que dá apoio à virtude e, tendo Deus como centro, eleva o humano ao divino.” [1]

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Leonhard Euler (1707-1783), matemático e físico
“A verdadeira felicidade pode ser encontrada somente em Deus, todos os outros prazeres nada mais são do que uma máscara vazia e são capazes de produzir apenas uma satisfação momentânea.”[2]

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Alessandro Volta (1745-1827), físico
“Submeti as verdades fundamentais da fé a um estudo minucioso. Li as obras dos apologetas e de seus adversários, avaliei as razões a favor e contra e assim obtive argumentos relevantes que tornam a religião (bíblica) tão digna de confiança ao espírito científico que uma alma com pensamentos nobres ainda não pervertida por pecado e paixão não pode senão abraçá-la e afeiçoar-se a ela. Peço a Deus que minha profissão de fé, que me foi solicitada e que eu forneço com alegria, escrita de próprio punho e por mim assinada, possa ser apresentada a todos, pois não me envergonho do Evangelho.” [1]

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Wilhelm von Humboldt (1767-1835), linguista, cofundador da primeira universidade de Berlim
“Os mistérios de Deus não são compreendidos; são adorados.” [1]

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Karl Friedrich Gauss (1777-1855), matemático e físico
“Existem questões a cuja resposta eu daria um valor infinitamente maior do que às matemáticas, por exemplo questões sobre ética, sobre nosso relacionamento com Deus, sobre nosso destino e nosso futuro. Para a alma existe uma satisfação de espécie superior, para a qual dispenso o que é material” [1]

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Friedrich Rückert (1788-1866), filólogo, pioneiro da orientalística na Alemanha
“Fé é uma necessidade do coração. Ausência de fé não preenche lacunas. Onde se lançou fora a fé proliferará a superstição.” [3]

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Augustin Louis Cauchy (1789-1857), matemático e físico
“Sou um cristão, isto significa: creio na divindade de Jesus Cristo juntamente com Tycho Brahe, Copérnico, Descartes, Newton, Fermat, Leibniz, Pascal, Grimaldi, Euler, Guldin, Boscowitsch, Gerdil, com todos os grandes astrônomos, todos os grandes pesquisadores das ciências naturais, todos os grandes matemáticos dos séculos passados. E se porventura me perguntarem pela razão, terei prazer em explicá-la. Verão que minha convicção é resultado de estudo cuidadoso e não de preconceitos.” [1]

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Michael Faraday (1791-1867), físico e químico
“Eu confio em certezas. Eu sei que meu Redentor vive, e porque Ele vive eu também viverei.” [4]

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Karl Ernst von Baer (1792 – 1876), biólogo, pai da embriologia
“O bondoso Criador colocou quatro desejos no homem, pelos quais podemos dizer que este é segundo a imagem de Deus: a fé, a consciência, o desejo de saber, o sentido pela estética.” (citação resumida) [1]

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Justus von Liebig (1803 – 1873), químico, patrono da Universidade de Giessen, Alemanha
“O conhecimento da natureza é o caminho para a admiração do Criador.” [1]

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Alexis de Tocqueville (1805 – 1859), cientista político e historiador
“O povo, se quiser ser livre, há de ter convicções religiosas. Em não tendo fé, servirá.” [5]

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James Prescott Joule (1818-1889), físico
“Após conhecer e obedecer à vontade de Deus, o próximo alvo deve ser conhecer algo dos Seus atributos de sabedoria, poder e bondade evidenciados nas obras de Suas mãos.” [6]

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Louis Pasteur (1822-1895), microbiólogo e químico
“Quanto mais eu estudo a natureza mais fico impressionado com a obra do Criador. Nas menores de suas criaturas Deus colocou propriedades extraordinárias…”
“Proclamo Jesus como filho de Deus em nome da ciência. Meu espírito científico, que dá grande valor à relação entre causa e efeito, compromete-me a reconhecer que, se ele não o fosse, eu não mais saberia quem ele é. Mas ele é o filho de Deus. Suas palavras são divinas, sua vida é divina, e foi dito com razão que existem equações morais assim como existem equações matemáticas.” [1]

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James Clerk Maxwell (1831-1879), físico e matemático
“Juntamente com a Assembléia de Westminster e todos que a precederam eu creio que ‘o fim principal do homem é glorificar a Deus e apreciá-lo para sempre.'” [7]

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John William Strutt, Lord Rayleigh (1842-1919), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1904
“Muitas pessoas excelentes temem a ciência como tendendo ao materialismo. Não é surpreendente que tal apreensão exista, pois, infelizmente, há escritores, falando em nome da ciência, que se fixaram a fomentá-la. É verdade que entre os homens de ciência, como em outros ramos, pontos de vista pouco refletidos podem ser encontrados a respeito das coisas mais profundas da natureza; mas que as crenças a que Newton, Faraday e Maxwell aderiram toda uma vida seriam incompatíveis com o hábito científico da mente é, sem dúvida, uma proposição que eu não preciso me delongar em refutar.” [8]

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Ruy Barbosa de Oliveira (1849-1923), filólogo e cientista político
“Nunca senti pelas vilanias humanas mais enjoos e pela sorte de nossa terra mais desânimo. Felizmente a fé em Deus se me vai acendendo, à medida que se me apaga a confiança nos homens. No meio de tantos desconfortos e iniquidade tenho-me entregado estes dias exclusivamente à leitura do Evangelho, a eterna consolação dos malferidos nos grandes naufrágios.” [9]
“Nem o ateísmo reflexivo dos filósofos, nem o inconsciente ateísmo dos indiferentes são compatíveis com as qualidades de ação, resistência e disciplina essenciais aos povos livres. Os descrentes, em geral, são fracos e pessimistas, resignados ou rebeldes, agitados ou agitadores. Mas ainda não basta crer: é preciso crer definida e ativamente em Deus, isto é, confessá-lo com firmeza, e praticá-lo com perseverança.” [9]

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Max Planck (1858-1947), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1919
“… desde a infância a fé firme e inabalável no Todo Poderoso e Todo Bondoso tem profundas raízes em mim. Decerto Seus caminhos não são nossos caminhos; mas a confiança Nele nos ajuda a vencer as provações mais difíceis.” [1]
“Religião e ciência natural combatem unidos numa batalha incessante contra o ceticismo e o dogmatismo, contra a descrença e a superstição. E a palavra de ordem nesta luta sempre foi e para todo sempre será: em direção a Deus!” [10]
“A prova mais imediata da compatibilidade entre religião e ciência natural, mesmo sob análise detalhada e crítica, é o fato histórico de que justamente os maiores cientistas de todos os tempos, homens como Kepler, Newton, Leibniz, estavam imbuídos de profunda religiosidade.” [10]

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Roberto Landell de Moura (1861- 1928), teólogo, inventor, pioneiro do rádio
“Eu sempre vi nas minhas descobertas uma dádiva de Deus. E como, além disso, sempre trabalhei para o bem da humanidade, tentando provar, ao mesmo tempo, que a religião não é incompatível com a ciência, folgo em ver hoje realizado na prática utilitária, aquilo que foi meu sonho de muitos dias, muitos meses, muitos anos.” [11]

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George Washington Carver (1864-1943), botânico, agrônomo
“Quando eu trabalhava em projetos que atendiam a uma real necessidade humana, forças trabalhavam através de mim que me surpreendiam. Frequentemente eu adormecia com um problema aparentemente insolúvel. Ao acordar, a resposta estava lá. Por que, então, devemos nós crentes em Cristo nos surpreender com aquilo que Deus pode fazer com um homem de boa vontade em um laboratório?” [12]

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Herbert George Wells (1866-1946), historiador e escritor
“Como historiador preciso admitir que este pobre pregador da Galileia inevitavelmente é o centro da história.” [1]

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André Siegfried (1875-1959), educador e cientista político
“Nossa visão espiritual e não apenas puramente racional do homem…, nós a devemos à tradição judaica, que teve no Evangelho um desdobramento tão grandioso. Os profetas de Israel, aqueles brilhantes e devotos líderes do seu povo, plantaram no nosso espírito a sede de justiça que caracteriza socialmente o Ocidente.” [1]

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Albert Einstein (1879-1955), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1921
“A todo cientista minucioso deve ser natural algum tipo de sentimento religioso, pois não consegue supor que as dependências extremamente sutis por ele vislumbradas tenham sido pensadas pela primeira vez por ele. No universo incompreensível revela-se uma razão ilimitada. A opinião corrente de que sou ateu baseia-se num grande engano. Quem julga deduzi-la de minhas teorias científicas, mal as compreendeu. Entendeu-me de forma equivocada e presta-me péssimo serviço…” [13]

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Friedrich Dessauer (1881-1963), físico, pai da engenharia biomédica
“No fundo o ideal do homem cristão é a superação heroica de tudo o que rebaixa…, naturalmente não apenas por força própria, que é insuficiente, mas com ajuda da graça (de Deus).” [14]

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Arthur Holly Compton (1892-1962), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1927
“Para mim, a fé começa com a constatação de que uma inteligência suprema chamou o universo à existência e criou o homem. Não me é difícil crer isso, pois é inegável que onde há um plano, há também inteligência – um universo ordenado e em desdobramento atesta a verdade da declaração mais poderosa que jamais foi proferida: ‘No princípio Deus criou’.” [15]

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Georges Lemaître (1894-1966), teólogo, engenheiro, físico, astrônomo, pai da teoria do “big-bang”
“Ele (o pesquisador cristão) sabe que coisa alguma em toda a criação foi feita sem Deus, mas ele sabe também que Deus em nenhum lugar assume o lugar de suas criaturas. Atividade divina onipresente em todos os lugares é essencialmente escondida. Jamais esteve em questão reduzir o Ser supremo ao posto de uma hipótese científica.” [24]
“Talvez os próprios teólogos tenham alguma responsabilidade no mal-entendido que coloca a ciência contra a fé. Quando uma aparência de conflito se origina entre um ponto tradicional de ensino religioso e uma nova hipótese que começa a estabelecer-se com base em fatos, eles mostram uma tendência cômoda demais de esperar até o último momento, quando a hipótese seria definitivamente provada. Eles teriam feito trabalho muito mais útil investigando cuidadosamente esses pontos da doutrina que parecem levar a conflitos… De qualquer forma, sua cortesia inteli
Para todos os que estão em Cristo Jesus.
Extraído de: Teísmo Cristão

Cientistas confirmam a Bíblia – Mas não aceitam

Três recentes relatórios científicos oferecem evidência de que o relato de Gênesis, ou “a origem”, é verdadeiro, mas a maioria dos cientistas nega-se a aceitá-la.

O primeiro apareceu em 4 de dezembro de 1995, edição do U.S. News & World Report, em um artigo intitulado “The Genetic Eve Gets a Genetic Adam” (Uma Eva Genética Tem um Adão Genético).

“Há oito anos pesquisadores ‘encontraram’ a mãe de todos os humanos, a famosa Eva. Ao examinarem as células de diversos grupos étnicos, eles remontaram a árvore genealógica dos seres humanos modernos a 200 mil anos a UMA ÚNICA MULHER – embora seja teoria. Agora, Eva tem um Adão. Em dois relatórios da Nature na semana passada, pesquisadores sugerem que quase todos os homens modernos – 99,9%, diz um cientista – estão intimamente ligados geneticamente e compartilham genes com UM ÚNICO ANCESTRAL MACHO: o cognominado “Adão de cromossomo Y”.

“Cada estudo data Adão de modo diferente. Um deles diz que ele apareceu há aproximadamente 188 mil anos. O outro estima que ele viveu até 49 mil anos atrás. Mas ambos opõem-se à idéia de que os humanos modernos surgiram em lugares distintos ao longo dos continentes. ‘Estamos descobrindo que os humanos têm raízes genéticas muito superficiais, que remontam de forma muito recente a um ÚNICO ANCESTRAL’, diz Michael Hammer da Universidade do Arizona, autor de um dos estudos. ‘ISSO INDICA QUE HOUVE UMA ORIGEM EM UM LOCAL ESPECÍFICO NO GLOBO E QUE, ENTÃO, ELA SE ESTENDEU A PARTIR DAÍ’” (U. S. News & World Report, 04 de dezembro de 1995).
A mesma história foi publicada na capa da revista December Time, intitulada “Evolution’s Big Bang” (A Explosão Cósmica da Evolução). A capa anunciava: “Novas descobertas mostram que a vida, como a conhecemos, começou em um incrível desvario biológico que mudou o planeta quase que da noite para o dia”. Isso me parece uma criação de seis dias!

“Em uma explosão de criatividade como nada jamais visto antes ou desde então, a natureza parece ter traçado a planta de quase todo o reino animal. Essa explosão de diversidade biológica é descrita pelos cientistas como a Explosão Cósmica da biologia. Desde 1987, descobertas de importantes berços fósseis na Groenlândia, na China, na Sibéria e agora na Namíbia revelaram que O PERÍODO DA INOVAÇÃO BIOLÓGICA OCORREU QUASE QUE NO MESMO INSTANTE DO PERÍODO GEOLÓGICO POR TODO O MUNDO” (J. Madeleine Nash, “When Life Exploded” [Quando a Vida Explodiu], Time, 4 de dezembro de 1995).
Quando toda a mitologia evolutiva é tirada desses relatos, como, por exemplo, métodos de datação que declaram que os sedimentos rochosos têm centenas de milhões de anos, o que resta é que os cientistas nunca constataram nenhum fato que refute o relato bíblico sobre uma criação literal que durou seis dias.

Eles declaram saber quantos anos têm certas camadas rochosas, mas não sabem. Estão apenas fazendo suposições. Isso é evidente pelo fato de que suas suposições diferem indomitamente de um cientista para outro e de um ano para o ano seguinte. Admite-se esta idéia no artigo do U.S. New & World Report.
Amigos, há uma grande diferença entre 188 mil anos e 49 mil anos! E ambos os números são meras suposições. A idade do homem poderia facilmente ser de seis mil anos, como indica a Bíblia. Nenhum FATO científico conhecido contesta isso. Há uma grande diferença entre uma teoria e um fato. Os métodos de datação usados nesses estudos presumem certas coisas que não podem ser provadas. Admitem, por exemplo, que não houve criação!

Em seu artigo de 1871, “A Caution Against Anti-Christian Science” (Uma Advertência Contra a Ciência Anticristã), o pregador presbiteriano Robert Lewis Dabney descreveu o dilema dos métodos de datação modernos:

“As supostas conclusões, que parecem contrárias às Escrituras segundo a compreensão de cristãos comuns, são partes de uma inconstante, por causa de um sistema incompleto. E eu me arrisco a afirmar, sem outra faculdade ou algo adquirido à parte da luz do senso comum, que falta a essas conclusões aquela demonstração perfeita e exclusiva que seria necessária para derrocar a Bíblia de seu trono de autoridade. Um escrutínio fiel detectaria diversos abismos enormes entre fatos e inferências; diversos lugares onde a proposição, que, quando apresentada primeiro, pode ser chamada não mais do que uma “possibilidade”, passa, mais tarde, tacitamente a ser uma “condição necessária”…

“Você acredita que as provas deles são desse caráter que, em um tribunal, resistiria ao teste do parecer contrário na lei em toda a conexão, e permaneceria tão conclusivo, acima de todas as dúvidas, no sentido de justificar um júri honesto ao levar a vida de uma criatura? Os próprios inventores, sem dúvida, renunciariam, pasmados, à tamanha responsabilidade!”

“A suposta antigüidade de todas as rochas chamadas sedimentares é uma parte essencial da discussão por meio da qual os geólogos se esforçam para provar a antigüidade desses fósseis. Entretanto, se há possibilidade de muitas dessas rochas terem sido criadas, então a data pré-adâmica dos fósseis também cai por terra. Além disso, quando estamos diante de um infinito Criador, devemos honestamente limitar-nos a admitir que, entre os objetos incluídos em Seus vastos conselhos, poderia haver considerações, não sabemos quais, que o instiguem a criar organismos, em número, e sob condições, muito diferentes daqueles que agora consideramos naturais.”
Desde a época de Darbey, a “ciência moderna” já mudou de opinião inúmeras vezes. As datas estimadas do extrato geológico e da aparência da vida vegetal e animal mudaram repetidas vezes e de modo drástico.

O artigo da Time propõe algumas questões importantes que nenhum cientista evolucionário é capaz de responder:

“O que poderia ter impulsionado tal avanço radical?”
“De onde veio este extraordinário bestiário, e por que ele apareceu tão rápido?”
“Por que esta explosão evolutiva, tão impressionante em termos de velocidade e extensão, jamais foi igualada?”
A simples resposta é que o Deus Todo-Poderoso da Bíblia criou o mundo para Seus propósitos e glória. Pode zombar se quiser. Grandes multidões de homens de toda a esfera da sociedade aceitam isso sem hesitação, incluindo inúmeros homens com diplomas científicos. A evolução é um conto de fadas, tão pouco científico quanto o mito hindu.

O relato bíblico sobre a criação está de acordo com todo fato científico conhecido e observável. A Bíblia diz que um Deus eterno, totalmente sábio e Todo-Poderoso fez surgir vida inteligente do nada. A criação testifica isso. O homem nunca observou vida inteligente surgindo de uma matéria ininteligente. Se a Bíblia não for verdadeira, e se Deus não criou o mundo como diz a Bíblia, o homem jamais saberá como isso aconteceu, pois o processo nunca se repetiu. Cientistas admitem que os processos evolutivos não agem hoje. A razão é que eles nunca agiram.

A Bíblia diz que Deus criou o homem à parte dos animais; o homem foi feito à imagem de Deus com uma consciência e habilidade para comunicar-se com Deus; os animais constituem um tipo bem distinto de criaturas, feitos para as necessidades e deleite do homem (Gn 1–2). Isto é visível; o homem não é como o reino animal. Ele é um tipo de criatura totalmente diferente. A Bíblia diz que todo ser vivente na criação foi criado para reproduzir a sua espécie, e somente a sua espécie (Gn 1.12,21,24,25). É isso que exatamente vemos. Ninguém nunca observou uma cenoura produzir algo que não fosse uma cenoura, ou uma ave gerar algo que não fosse uma ave.

A Bíblia diz que os céus declaram a glória de Deus e o firmamento proclama a obra das Suas mãos (Sl 19.1). É isso que exatamente vemos. A incrível complexidade e intricada inter-relação da criação apontam conclusivamente para um Criador Todo-Poderoso e totalmente sábio.

Louve ao Senhor pela fé de crer na Bíblia e rejeitar a “assim falsamente chamada ciência”.

O terceiro relato que mencionamos no começo deste artigo é do campo da ciência lingüística. Apareceu em The Story of English (A História da Língua Inglesa), de Robert McCrum e Robert MacNeil. Considere:

“Há dois séculos um juiz inglês na Índia observou que várias palavras em sânscrito eram muito parecidas com algumas palavras em grego e latim. Por exemplo, o termo sânscrito para ‘Pai’, pitar, era muito parecido com o termo ‘pater’ em latim. UM ESTUDO SISTEMÁTICO REVELOU QUE MUITAS LÍNGUAS MODERNAS DESCENDERAM DE UMA MESMA LÍNGUA-MÃE, e que desapareceram porque nada foi escrito. Identificando termos similares, lingüistas sugeriram o que chamamos de uma língua-mãe indo-européia, falada até 3.500 a 2.000 a.C.” (Robert MacNeil, sinopse de The Story of English).

Novamente, uma vez que retiramos as suposições da ciência lingüística, temos uma descrição perfeita do relato de Gênesis sobre como as línguas multiplicaram-se e espalharam-se na terra. No início havia uma língua comum (Gn 11.1). Por causa da rebelião do homem em Babel, Deus multiplicou as línguas para dividir os homens e confundi-los em seus maus intentos (Gn 11.2-9). A partir de Babel, os homens espalharam-se para diversos lugares e estabeleceram nações distintas com base em uma língua comum. Tudo o que a ciência lingüística sabe com certeza está de acordo com o relato bíblico.

Não faz muitos anos cientistas diziam que “as raízes das diferentes famílias de línguas indicam distintas fontes para as primeiras tribos de homens”. Agora admitem que isto está errado.

Podemos ver que, desde o começo, a Bíblia estava certa. A escolha é clara. Podemos edificar a nossa vida sobre a rocha sólida da verdade bíblica ou edificá-la sobre a areia movediça da assim chamada ciência.

Para todos os que estão em Cristo Jesus.

Autor: Pr. David Clound

Extraído de: http://solascriptura-tt.org/


 

5 Descobertas da Ciência que provam a Bíblia

Enquanto muitos duvidam, outros usam a inteligência para mostrar que Deus é real

Enquanto alguns homens e mulheres da ciência declaram, presunçosos, que não acreditam em Deus, muitos de seus colegas não só acreditam como usam sua inteligência para provar que muito do que está na Bíblia é verdade. Embora para muitos baste estar escrito nela para que creiam, outros são encorajados por essas descobertas a perceberem que o Divino não está excluído da natureza somente porque algo pode ser explicado fisicamente.

A todo momento, novas descobertas comprovam as Escrituras. Grandes nomes da ciência, ao longo das eras, partiram da Bíblia para investigar o cosmos e nosso planeta, assim como seus fenômenos, sem deixar de lado a submissão a Deus. São físicos, médicos, astronautas, astrônomos, navegadores, biólogos, arqueólogos, filósofos, matemáticos, geólogos, oceanógrafos, engenheiros a vários outros que, apesar de suas mentes brilhantes, sabem que Alguém muito superior é o responsável pela origem de tudo o que existe.

Veja 5 descobertas que comprovam algumas informações da Bíblia:

As correntes marítimas

Muito antes das grandes navegações e de o mundo submarino ser explorado, o rei Davi já falava de “caminhos nos mares” na Bíblia:

“Que é o homem, que dele te lembres? E o filho do homem, que o visites?

Fizeste-o, no entanto, por um pouco, menor do que Deus e de glória e de honra o coroaste.

Deste-lhe domínio sobre as obras da Tua mão e sob Seus pés tudo lhe puseste:

ovelhas e bois, todos, e também os animais do campo;

as aves do céu, e os peixes do mar, e tudo o que percorre as sendas dos mares.”  Salmo 8.5-8

Essas “sendas” chamaram atenção de um importante oficial da Marinha dos Estados Unidos no século 19. Partindo desse trecho dos Salmos, Matthew Maury, pesquisador marítimo e navegador, descobriu “rios submarinos”, as correntes marinhas que hoje conhecemos e que influenciam a natureza por onde passam. Como um antigo pastor de ovelhas da Antiguidade saberia disso, se não pela inspiração de Deus? Maury, neto de um pastor cristão, confiou nisso e entrou para a História como competente marinheiro, astrônomo, historiador, oceanógrafo, meteorologista, cartógrafo, escritor, geólogo e professor dos mais respeitados.

A existência da Babilônia

Reino importante no Antigo Testamento, aBabilônia subjugou os israelitas e os escravizou por décadas. Naquele país Daniel se destacou por sua fé, fazendo reis admitirem que só o Deus único era real.

Ainda assim, muitos estudiosos alegavam que a Babilônia era um reino fictício, fruto de uma “mitologia” bíblica, até que arqueólogos encontraram vários indícios de sua existência em artefatos que comprovavam o contexto bíblico e, mais tarde, acharam a própria cidade-estado que já foi uma das mais poderosas de sua época no mundo então conhecido, no atual território do Iraque. Alguns desses artefatos estão expostos ao público em famosas instituições da ciência e da História, como o Museu de Arqueologia Bíblica Paulo Bork, em Engenheiro Coelho (como o tablete de argila na foto ao lado), São Paulo, e nos museus europeus Louvre – em Paris, França – e Britânico – em Londres, Inglaterra –, só para citar alguns.

A Terra é redonda

O formato de nosso planeta já não é novidade nem mesmo para crianças em idade pré-escolar. Mas, como já sabiam disso os seres humanos dos tempos bíblicos, quando viagens espaciais, telescópios e satélites estavam bem longe da realidade?

“Ele é O que está assentado sobre a redondeza da terra, cujos moradores são como gafanhotos; é Ele quem estende os céus como cortina e os desenrola como tenda para neles habitar;” Isaías 40.22

Embora muitos teorizassem que a Terra era uma esfera milênios depois de Isaías, só no século 15 grandes navegadores como Cristóvão Colombo o provaram na prática, confirmando mais uma vez que a Bíblia estava certa e acima do entendimento humano da natureza.

A diabetes

Muito antes dos vastos conhecimentos sobre o corpo humano, o sábio Salomão já dizia em seus Provérbios:

“Comer muito mel não é bom; assim, procurar a própria honra não é honra.” Provérbios 25.27

Saúde era uma questão divina para os israelitas. Não só era importante para a sobrevivência de um reino, como também era questão de honrar a vida que Deus deu a todos, sagrada, e por isso devia ser mantida como a dádiva que era.

Hoje a ciência não esconde de ninguém que consumir carboidratos em demasia aumenta as chances de diabetes, o aumento anormal da glicose no sangue, que causa sérios problemas de saúde, abre as portas para outros, compromete bastante a qualidade de vida e pode levar à morte.

Salomão, usando a sabedoria com que Deus lhe presenteou, já aconselhava seu povo a respeito disso.

Sim, o Rei Davi existiu

Davi é uma das figuras mais importantes da história não só de Israel como do mundo. Ainda assim, muitos defendiam que ele também era apenas um herói criado para “levantar a bola” dos israelitas.

Pastor, músico, guerreiro e rei, foi um dos grandes responsáveis pela imponência que Israel conquistou, mas sempre se pôs como servo de Deus, acima de tudo, ainda que tenha cometido falhas – e, por isso, também é entre nós um dos maiores exemplos da misericórdia de Deus.

Mas outros cientistas decepcionaram aqueles céticos. Arqueólogos encontraram (e continuam a encontrar) indícios da existência de um dos reis mais importantes da História (como os artefatos na foto ao lado), ajudados pelos modernos métodos tecnológicos que permitem escavações detalhadas nos lugares em que o monarca viveu ou passou.

Extraído de Universal